Book sculptures by Daniel Lai
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“Over there, for example,” he said as a raucous DeLorean sports car roared into view from nowhere, “is that crazy American professor who can’t seem to stay put in one time, and, I must say, there is an absolute plague of killer robots from the future being sent to change the past
| — | from Luka and the fire of life, by Salman Rushdie |
| — | @SalmanRushdie’s Luka and the fire of life |
| — | @SalmanRushdie’s Luka and the fire of life |
| — | Nobodaddy to Luka, in Luka and the fire of life by Salman Rushdie |
“É preciso antes elevar o padrão moral e artístico da população desafortunada, do que incrementar mais ainda sua indigência intelectual com o consumo de mais miséria.”
“O que seria exatamente ‘elevar o padrão moral e artístico da população desafortunada’? Quem dita esses padrões? Não é um pouco prepotente achar que se precisa ‘educar’ um povo para usufruir de algo dito ‘melhor’?”
“lançar diretrizes para as pessoas seguirem, e consumir algo melhor, é uma armadilha traiçoeira (…) Mas qual o problema em essas coisas conviverem de mãos dadas? É isso que não entendo. Esse incômodo atávico. Porque me parece arrogância. (…) Portanto, acredito que seja melhor fazermos a nossa parte sem julgar o Outro, ou ter a pretensão de sermos donos de qualquer verdade. Provavelmente o mundo seria um lugar melhor assim.”
“Sustento mais uma vez que é preciso sim disponibilizar coordenadas concretas para aqueles que ainda tateiam no escuro, sem um norte ou porto no largo oceano da mediocridade que os assedia. (…) Digo apenas que é preciso estabelecer algum tipo de mecanismo capaz de resguardar nas consciências tudo aquilo que foi conquistado e que, tão importante quanto (…), nos possibilite compartir, contagiar, levar adiante a arte, a percepção, a sabedoria desses mestres que tanto amamos.”
“As pessoas podem, sim, ter caminhos sugeridos, mas ninguém pode, jamais, achar que tem o direito de dizer que o Expressionismo é melhor que a arte contemporânea, que Chopin é melhor que Choro, que Joyce é melhor que Harold Robbins (…).”
Discussão (que em diversos pontos merece ser chamada de “a mais pretensiosa do mundo”) na área de comentários do blog da companhia das letras por causa deste artigo aqui, que saiu no publish news mês passado. E você, o que acha?

